Justiça Federal reconhece o direito de estudante realizar o PISM da UFJF após falha no pagamento da taxa de inscrição

A Justiça Federal autorizou estudante a realizar o PISM mesmo diante do não pagamento da taxa de inscrição do processo seletivo. No caso em questão, a estudante já havia realizado a prova do módulo I do Programa de Ingresso Seletivo Misto (PISM) no ano anterior. Ao se inscrever no módulo II, seu responsável não realizou […]

Justiça reconhece direito de candidatos à reclassificação em concurso da EBSERH após erro na análise de títulos

O Juiz reconheceu que a candidata cumpriu a exigência do edital e comprovou corretamente a sua experiência profissional, mesmo que o documento apresentado não indicasse a informação sobre o  nível de escolaridade durante o vínculo. Diante disso, determinou a reavaliação da documentação apresentada na fase de títulos e, se constatada sua regularidade, a reclassificação da […]

Licença médica no estágio probatório

É comum que servidores públicos recém-empossados tenham dúvidas sobre seus direitos durante o estágio probatório — especialmente quando enfrentam problemas de saúde que exigem afastamento. Muitos temem que a licença médica possa comprometer sua permanência no cargo, levando à reprovação por falta de assiduidade. No entanto, o afastamento para tratamento de saúde é um direito […]

Bonificação de 10% nas provas de Residência Médica para médicos da atenção domiciliar: uma garantia legal pouco conhecida

A valorização da experiência prática em regiões prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS) tem sido uma das diretrizes estruturantes da política pública de formação médica no Brasil. Em especial, a Lei nº 12.871/2013, que instituiu o Programa Mais Médicos, previu mecanismos específicos de incentivo àqueles profissionais que, após a graduação, se dedicam à […]

Cotas para Pessoas com Deficiência: o critério de escola pública não pode limitar um direito fundamental

A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) decidiu, por unanimidade, que a exigência de conclusão do ensino médio exclusivamente em escola pública não pode ser aplicada como critério limitador ao direito de acesso às cotas destinadas às pessoas com deficiência no ensino superior. A decisão reconhece que a deficiência, por si só, constitui fator de desigualdade que justifica a política afirmativa, independentemente da rede de ensino frequentada. Trata-se de relevante avanço na proteção do direito à igualdade, à inclusão e ao acesso à educação, reafirmando que formalismos excessivos não podem restringir direitos fundamentais.

STF assegura participação igualitária de mulheres em concursos públicos

Em decisão unânime, o Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu às mulheres o direito de disputar todas as vagas em concursos públicos para carreiras militares e cargos relacionados à segurança pública, em condições de igualdade com os homens. O Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou recentemente um princípio fundamental para a sociedade brasileira: a igualdade de gênero […]

Burnout na Residência Médica: Um Desafio Subestimado e Seus Reflexos Jurídicos

A residência médica é uma fase essencial, porém marcada por sobrecarga, pressão e alto desgaste emocional. Muitos residentes desenvolvem a Síndrome de Burnout, agravada por jornadas excessivas, mesmo com a Lei nº 6.932/1981 limitando a carga horária a 60 horas semanais e assegurando descanso.

Quando há descumprimento dessas normas, o médico residente pode buscar seus direitos, inclusive pleitear indenizações por danos morais e materiais, amparado pela Constituição e pela CLT. As instituições têm o dever de garantir condições de trabalho dignas, prevenindo o Burnout e protegendo a saúde dos profissionais.